Sempre a mesma coisa. Não tendo para onde ir, volto para seus braços. Que já não me esperam mais. Que talvez nunca tenham estado ali, para onde, sem querer, ou perceber, volto.
]enquanto isso nos ouvidos :: alone in the dark -Kassino[
por que viver deve ser uma permamente reivenção de nós mesmos - para não morremos soterrados na poeira da banalidade[Lya Luft]
por que viver deve ser uma permamente reivenção de nós mesmos - para não morremos soterrados na poeira da banalidade[Lya Luft]
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