
Para esquecer, às vezes, é preciso lembrar. Deixar que as lembranças voltem e, velhas ou novas, se enfrentem umas às outras. Para que os fantasmas se consumam, e, entre mortos, os feridos possam sobreviver.
por que viver deve ser uma permamente reivenção de nós mesmos - para não morremos soterrados na poeira da banalidade[Lya Luft]
por que viver deve ser uma permamente reivenção de nós mesmos - para não morremos soterrados na poeira da banalidade[Lya Luft]
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